quinta-feira, 10 de abril de 2008

Poupemo-nos...

Há verdades que preferia não saber, em que preferia não acreditar, que preferia não ter de dizer, mas só a verdade liberta e só por ela vale a pena lutar. tem que ser... e o que tem que ser tem muita força.

Pe. Américo

Américo Monteiro de Aguiar, mais conhecido por Padre Américo (Galegos, Penafiel, 23 de Outubro de 1887 — Porto, 16 de Julho de 1956), foi um importante benfeitor português que dedicou a sua vida aos mais carenciados, principalmente jovens, que se traduziu em inúmeras realizações, das quais a mais conhecida e relevante é a Casa do Gaiato.

Vida e Obra

O Padre Américo nasceu a 23 de Outubro de 1887 na freguesia de S. Salvador de Galegos, Concelho de Penafiel, tendo sido baptizado em 4 de Novembro do mesmo ano. Frequentou o Ensino Primário na sua terra natal, transitando, em 1898, para o Colégio do Carmo, em Penafiel, e no ano seguinte para o Colégio de Santa Quitéria, em Felgueiras. Terminado o liceu, em 1902, emprega-se, no Porto, numa loja de ferragens.

Em 1906, parte para Moçambique, estabelecendo-se em Chinde, onde trabalha na companhia The British Central Africa e na African Lakes, como despachante. Por essa altura trava conhecimento com o padre Rafael Maria da Assunção, que mais tarde siria nomeado Bispo de Cabo Verde.

Regressado a Penafiel, em 1923, contacta o pároco local de quem tinha sido companheiro de infância e comunica-lhe o desejo de entrar para um convento franciscano, dando como única explicação a frase "é uma martelada!". Dois meses depois entra no Convento de Santo António de Vilariño, em Tui (Espanha), onde permanece durante 9 meses como postulante, a estudar latim e ciências e mais um ano, depois da tomada do hábito.

As dificuldades em se adaptar à vida monástica conduzem à sua saída em Julho de 1925, mas tenta ingressar no seminário diocesano do Porto, mas o Bispo, D. António Barbosa Leão, não dá seguimento ao seu requerimento. Contacta então o Bispo de Coimbra, D. Manuel Luís Coelho da Silva, que o aceita.

Depois de se formar em Teologia no Seminário de Coimbra, foi nomeado Perfeito do Seminário e professor de Português. É igualmente capelão em Casais do Campo, freguesia de São Martinho do Bispo e designado pároco de São Paulo de Frades, não chegando a tomar posse, incapacitado por um esgotamento.

É quando D. Manuel Luís Coelho da Silva, Bispo de Coimbra, lhe entrega a Sopa dos Pobres, em 1932 que começa a revelar a sua verdadeira vocação. A partir daí não mais parou.

Em Agosto de 1935 inicia as Colónias de Férias do Garoto da Baixa em Coimbra, estágio embrionário do que viria a ser posteriormente a Casa do Gaiato. Seguem-se Vila Nova do Ceira e Miranda do Corvo. A 7 de Janeiro de 1940, finalmente, o Padre da Rua funda a primeira Casa do Gaiato no lugar de Bujos, em Miranda do Corvo. A segunda Casa do Gaiato, no mosteiro beneditino de Paço de Sousa, seria o local escolhido,para o surgimento da Aldeia do Gaiato para acolhimento e alojamento de jovens a que se seguiria o Lar do Gaiato, no Porto. No mesmo âmbito e sob o lema «cada freguesia cuide dos seus pobres» é o projecto de construção das primeiras casas do património dos pobres, também em Paço de Sousa, em Fevereiro de 1951.

A Obra da Rua é consagrada ao Santíssimo Nome de Jesus, e o seu ex-líbris é o Quim Mau, o garoto de braços abertos que pede o amor do próximo.

A 1 de Janeiro de 1941 abre o lar do Ex-Pupilo das Tutorias e dos Reformatórios, na Rua da Trindade, em Coimbra, instituição que será entregue aos Serviços Jurisdicionais de Menores em 1950; em Junho do mesmo ano, publica o primeiro volume do Pão dos Pobres.

Em 1942, publica Obra da Rua.

A 5 de Março de 1944 aparece o primeiro número do jornal O Gaiato, quinzenário da Obra da Rua, de que é fundador e director.

A 4 de Janeiro de 1948 seria inaugurada a Casa do Gaiato de Lisboa, situada na quinta da Mitra, em Santo Antão do Tojal, em Loures.

Em 1950, saem a público o opúsculo Do Fundamento da Obra da Rua e do Teor dos seus Obreiros e o primeiro volume do livro Isto é a Casa do Gaiato.

Em 1952, viagem a África; publica um novo livro, O Barredo, a que se seguem, em 1954, Ovo de Colombo e Viagens, no ano em que toma posse da quinta da Torre, em Beire, freguesia de Paredes, para a instalação de uma Casa do Gaiato e do Calvário, para o abrigo de doentes incuráveis.

A 1 de Julho de 1955, abre a Casa do Gaiato de Setúbal, em Algeruz.

Em 1956, morre vitima de acidente de viação. O seu processo de glorificação canónica teve início em 1986.

In Wikipedia

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Testemunho da irmã Olinda


"Vocação"...






Nesta semana muito especial para a vocação de cada um, apresentarei breves testemunhos de pessoas capazes de se dar das mais diversas formas. a primeira delas é a irmã Maria Olinda do Menino Jesus, carmelita, familiar minha e grande amiga. desde o principio que conto com a sua oração para esta caminhada. O meu obrigado e a minha homenagem!






Semana de oração pelas vocações


A Igreja vive nesta semana a vocação ainda com mais intensidade, na certeza que é na descoberta da vocação de cada um e na sua realização que se fundamenta a felicidade de cada homem.
E tu, já sabes o que Deus quer de ti?

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Eu gosto de Viseu

Viseu, uma cidade linda, com mais um acontecimento feio!
Hoje revelou-se um assassino e um herói!
Um homem que mata e outro que arrisca a própria vida não em legítima defesa, mas em defesa das pessoas da agência que nem sequer foram capazes de o ajudar. A moviflor fica longe daqui, quase a entrada da cidade. A dependência da Açoreana fica ali, a menos de 100 m da janela do meu quarto ao alcance de um olhar indiferente até hoje. a partir de agora olhar para ali vai-me fazer lembrar que tenho que estar pronto para ser herói, pronto para ser testemunha de uma mensagem que tenho dentro de mim. Viver é estar preparado...

tens medo de conflitos?

Em conversa com um amigo ao fim da tarde de hoje reflectiamos sobre a passividade de algumas pessoas que se afirmam cristãos e da falta de vontade de esgrimir argumentos para mostrar a verdade em que dizem crer. no meio da conversa diz o meu amigo: " Resultado dos conflitos: ou se cresce ou se desaparece" para quê recorrer a sábios mais conhecidos dos outros quando temos estes que falam e pensam assim?

Jovens de Tendais por aqui!

O tempo é mesmo a variável mais escassa do universo. O início do mês de Abril coincidiu com o início das frequências e uma natural intensificação do estudo. Quando o tempo escasseia temos de ser ainda mais selectivos e começar por deixar de lado o que é para nós menos importante, como é o caso do blog.
Mas mesmo em tempo de contenção de tempo menos bem aplicado, há acontecimentos que devido à sua importância têm de ser aqui referidos sob pena de perder as linhas que tracei para este projecto (se é que alguma vez pensei nisto como um projecto).
Estou a falar que retiro do grupo de jovens de Tendais fez no nosso Seminário no passado fim-de-semana. 14 jovens desta paróquia quiseram sair do seu ambiente habitual para pensar na sua vida, conviver mas acima de tudo para estar ainda mais próximos de Cristo.
Não vos vou massacrar com resumos de programas, apenas vos digo que houve tempo para reflexão, formação, oração e convívio. Tiveram tempo e disponibilidade para desmitificar a ideia que tinham do Seminário e dos seminaristas! A desconfiança e a tristeza inicial de quem chegava a uma casa que não conhecia só foram ultrapassadas algum tempo depois e superadas pela paradoxal alegria da despedida ente lenços brancos.
Um fim-de-semana de sonho, diziam uns, uma iniciativa para repetir, diziam outros. Tudo isto só foi possível pelo empenho de pessoas que por justiça temos sempre de salientar, não por serem mais importantes mas por terem muitas vezes a função de dar o primeiro paço e estou naturalmente a falar da Dr.a Iolanda (foi sempre um sonho trata-la por dr.a, espero que fique tão feliz quanto eu por o ter realizado) e do sr. Pe. Adriano, pároco; ao pe. Diamantino e ao pe. Bráulio; e por fim, apenas porque não podia pôr os nomes uns em cima dos outros, a Laidinha e a Xuxaninha, incansáveis e insuperáveis em evangelização juvenil, em amizade e em corte de puzzles.
Às pessoas mais importantes deste encontro, os 14 jovens, dentre os quais um primo, dou os parabéns e faço votos de felicidade para todos eles. Levem esse sorriso e essa mensagem sempre nova e espalhem-nos pelo mundo carente de esperança. A vossa recompensa será grande!

terça-feira, 1 de abril de 2008

Olhem que isto

E por falar em notícias inacreditáveis....
..............................................................................e não foram jovens.....

Dia dos enganos...

Qd era mais novo via sempre o telejornal neste dia para tentar descobrir a mentira que eles lançavam. Lembro-me de uma engraçada que consistia num projecto revolucionário para transferir a torre de Belém para outra zona da capital. Hoje penso que já não é assim. As tv’s já não se atrevem a fazer esse desafio aos seus espectadores porque todas as noticias parecem mentira e todas as outras que se repetem queríamos que fossem falsas. O que é comum é ter notícias más que não queríamos e coisas inacreditáveis que jamais imaginamos.
Parece-me que o dia está desactualizado e temos de criar o dia da verdade. O dia em que as pessoas não se enganam a si próprias nem aos outros. Este dia que existe há mais de 4 séculos nasceu para que as pessoas tivessem um dia para se divertir e descontrair um pouco, mas agora precisamos do contrário. Um dia com mentiras e os outros vividos com verdade???