segunda-feira, 30 de junho de 2008

As "obras"

Uma obra pode ser tanta coisa.... desde obra de arte, à construção, ou simplesmente um acto, feito, ou trabalho... é sempre um produto do espírito. Mas qd alguém diz "vou para as obras, ninguém pensa que essa pessoa vá para um conjunto de obras de arte literárias ou não, mas simplesmente, vai para uma manifestação de arquitectura e engenharia conhecida como construção civil. ainda há poucos anos dividiam-se em duas as classes presentes neste trabalho: mestres e serventes... artistas ou aprendizes. hoje há tantas classes que até mete impressão, mesmo dentro de uma área específica, como, a título de exemplo acontece com o pedreiro que pode ser de primeira, segunda e até de terceira. por aqui se vê a crescente especialização no sector e se vai desfazendo o mito de que a construção e para todos.
Mas o mais importante da construão nem sequer é o que se faz mas sim o que se aprende ao fazer. todos os dias um olhar pouco atento, distaido mesmo, como o de alguém que está de férias, conegue retirar lições de vida e se fosse do gênero escrever um livro de auto-ajuda para a vida do dia-a-dia. as vezes são evidências tão grandes que até vão custar a escrever mas prefiro correr o risco de transparecer ignorância do que o de não escrever algo que tenha sentido e que até seja interessante.
a partir de agora escreverei sobre isto com o título "Ah pois!"

quinta-feira, 26 de junho de 2008

S. José

A Igreja celebra hoje a festa litúrgica de S. josé Maria Escrivã. Na nossa diocese celebrar-se-á uma Eucaristia na Sé Catedral as 18h30m... celebramos muitas festas litúrgicas... mas a ecclesia decidiu colocar esta como notícia e a sua celebração em cada uma das dioceses... para pensar...

O que não tem preço...

O estipéndio da eucaristia vai aumentar para 10€ na nossa diocese.
Há oito anos que não era aumentado.
As despesas avolumam-se e há padres que fazem 70 km para celebrar uma eucaristia.
O preço não me parece exagerado, como gritam aqueles que não pedem para celebrar uma missa. no entanto, há padres que não praticam o valor estipulado...
Que o aumento do preço sirva para valorizar o sacramento e não para distrair atenções.
Também se podia aproveitar a oportunidade para rever a sustentação dos senhores padres... Há tantos em dificuldade...

Tu ou você?

Dizem que o você cria um certo respeito e distância entre as pessoas...
Que o tu é sinal de à-vontade e de proximidade...
Na maior parte das vezes, custa-me usar o tu para pessoas que acabei de conhecer e por um conjunto de razões... mesmo quando me pedem...
Concordo com uma espécie de relativismo ou até subjectivismo nesta questão. depende mesmo de cada um...
No entanto, há uma pessoa que tratamos por Senhor e por Tu, a proximidade e o respeito unidos... Senhor, Tu sabes quem é!

quinta-feira, 19 de junho de 2008

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Férias? claro...

Sua Santidade vai passar cerca de 15 dias de férias num seminário de Bressanone, em Itália... nesses dias apenas terá dois actos públicos, o angelus de dia 3 e de dia 10 de Agosto. Para quando umas férias no seminário de Lamego?

Mas o que é isto???






Depois do Supremo Tribunal da Califórnia ter, há um mês, declarado inconstitucionais as leis estaduais que proíbem o casamento entre pessoas do mesmo sexo, começaram, na segunda-feira, as primeiras cerimónias. Del Martin, com 87 anos, e Phyllis Lyon, de 83, que vivem juntas há 55 anos, puderam finalmente casar-se na Câmara Municipal de São Francisco

terça-feira, 15 de abril de 2008

Até breve, amigos e outros visitantes

Se eu tivesse que deixar esta terra e me fosse pedida uma palavra, como a única palavra que exprime o nosso Ideal, eu diria – com a certeza de que me compreenderiam -: “Sejam uma família”.
Há entre vocês quem esteja a sofrer por causa de provas espirituais ou mortais? Compreendam-nos como e mais do que uma mãe, iluminem-nos com a palavra ou com o exemplo. Não deixem que lhes falte, e façam até com que cresça ao seu redor, o calor da família.
Há entre vós quem sofra fisicamente? Que eles sejam os irmãos predilectos. Sofram com eles. Procurem compreender até ao fundo o seu sofrimento. Façam-nos participar dos frutos da vossa vida apostólica, a fim de que saibam que foram eles que, mais do que outros, contribuíram para esses frutos.
Há quem esteja a morrer? Imaginem que estão no lugar deles, e façam tudo aquilo que gostariam que vos fizessem, até ao último instante.
Há quem se alegre por uma conquista ou por qualquer outro motivo? Alegrem-se com ele, para que a sua consolação não seja entristecida e a alma não se feche, mas a alegria seja de todos.
Há quem esteja para fazer uma viagem? Não o deixem ir sem lhe encher o coração com uma única herança: o sentido da família, para que o leve para o seu lugar de destino.
Não coloquem nunca nenhuma actividade, seja de que tipo for, nem espiritual nem apostólica, antes do espírito de família com aqueles irmãos com quem vocês vivem.
E onde quer que forem para levar o ideal de Cristo… não poderão fazer nada de melhor do que procurar criar de modo discreto, com prudência, mas com decisão, o espírito de família. Este é um espírito humilde, deseja o bem dos outros, não se envaidece… em resumo é a caridade verdadeira, completa.
Pois, se eu tivesse de me separar de vocês, no fundo, deixaria que Jesus em mim repetisse: «Amai-vos reciprocamente… a fim de que todos sejam um».

Chiara Lubich

É com este texto que termino esta fase do diário de um miúdo. Porque por Ele vale a pena falar, também vale a pena calar. Faço-o entre lágrimas… porque ele fazia já, parte da minha vida… vou continuar a escrever, apenas não vou publicar. No dia em que senti que esta coisa sem projecto podia valer alguma coisa para ajudar alguém, por motivos pessoais, naturalmente mais fortes, faço uma pausa. Será breve ou longa? Não sei! A vida é como os carrinhos de corda, paramos, recebemos corda e depois arrancamos com muito mais força. Em dois meses recebi 3365 visitas… por trás desse número enorme estão grandes amigos que vão permanecer pois já o eram antes… se havia alguma coisa de programado, tudo falhou hoje. Não estou contente mas estou feliz… custa-me muito mais deixar de escrever, mas faço-o… A melhor despedida possível é a que Chiara apresentava em 1973…Leiam também o que diz na palavra de vida do próximo mês a que já tive acesso…
Obrigado a todos.. pelos comentários, pelos elogios, pelas críticas, por virem…
Abraço-vos com um sorriso…mesmo que a cara esteja coberta de lágrimas…
Até breve amigos, vocês fazem parte de mim… tenho-vos no coração… não essqueçais… Amai, amai, amai!

domingo, 13 de abril de 2008

A vida é...

"A vida é uma oportunidade, aproveite-a...
A vida é beleza, admire-a...
A vida é felicidade, deguste-a...
A vida é um sonho, torne-o realidade...
A vida é um desafio, enfrente-o...
A vida é um dever, cumpra-o...
A vida é um jogo, jogue-o...
A vida é preciosa, cuide dela...
A vida é uma riqueza, conserve-a...
A vida é amor, goze-o...
A vida é um mistério, descubra-o...
A vida é promessa, cumpra-a...
A vida é tristeza, supere-a...
A vida é um hino, cante-o...
A vida é uma luta, aceite-a...
A vida é aventura, arrisque-a...
A vida é alegria, mereça-a...
A vida é vida, defenda-a..."
Beata Teresa

Beata Teresa

Ganxhe Bojaxhiu nasceu em 26 de agosto de 1910, na cidede Skopie, capital da Macedônia, em uma família católica, sua mãe, Drana, era uma pessoa de intensa religiosidade. Aos 12 anos Ganxhe despertou para sua vocação religiosa. A cidade se Skopie, vivia em constate conflito com a dominação turca, em 1912 a cidade foi libertada e consegui sua independência. Mas pouco tempo deposi soferu novas invasões. Seu pai lutava contra os contra os conflitos étnicos, e sua paixão política o levou a própria morte no ano de 1919. Após a sua morte muitos problema ocorreram com a família de Ganxhe, problemas com sócio da família, fez com que a mãe de Ganxhe assumisse os gastos da família. A família vivia próxima a paróquia do Sagrado Coração e logo a mãe de Ganxhe percebeu seu gosto pelos ofícios religiosos, logo o pároco Frnajo Jambrekovic, incentivou Ganxhe a leitura de histórias missionárias. "Não Tinha completado ainda 12 anos, quando senti o desejo de ser missionária", contou mais tarde Madre Teresa. Ainda criança, Ganxhe entrou para a congregação Mariana das Filhas de Maria, e ajuda os pobres em sua própria casa. "Aos pés da Virgem de Letnice, escutei um dia o chamado Divino que me convencia de servir a Deus", disse muitos anos depois a Madre Teresa que confessou descobrir a intensidade do chamado graças "a uma grande alegria interior". Em 25 de dezembro de 1938, aos 18 anos se mudou para Rathfarnham, na Irlanda, onde se ficava o Instituto da Beata Virgem. Em 1929, após 37 dias de viagem pelo mar, Ganxhe chega em Begala, depopis viajou a Calcutè e finalmente chegou em Dajeerling, onde no seminário da Ordem estudou e em 24 de maio de 1931, escolheu o nome de Teresa, inspirada pela Santa Teresa D´Avila. "Querida mamãe, gostaria muito de estar contigo, Age e Lázaro, mas devo dizer que tua pequena Ganxhe é feliz...Esta é uma vida nova. Sou professora e gosto do trabalho. Todos aqui nos amamos muito", escreveu a sua mãe Drana, a quem nunca mais voltou a ver desde que se mudou de Skope, em 1928. Entre os 18 de 38 anos, Teresa era religiosa das damas Irlandesas na Índia e professora de história e geografia no colégio Santa Maria, único para meninas católicas em Calcutá. Logo começou a ensina no colégio de Entally,onde iam as pobres. Na Índia, colônia Britânica, havia muitas aspirações pela independência e Mahatma Gandhi pregava a não violência. Em 1937 no dia 24 de maio, Teresa professou de forma perpetua suam vocação religiosa. Começou a se dedicar a um grupo de irmãs indianas de Bengala, que seguima as regras jesuíticas, eram as Filhas de Santa Ana, elas inspiraram Teresa em seu projeto de vida missionária, O momento crucial para a sua vida que a convertia em Madre Teresa de Calcutá, deu-se de improviso. Ela mesma nos conta: "Ocorreu em 10 de setembro de 1946, durante a viagem de trem que me levava ao convento de Darjeeling para fazer os exercícios espirituais. Enquanto rezava em silêncio a nosso Senhor, adverti um chamado dentro do chamado. A mensagem era muito clara: devia deixar o convento de Loreto (em Calcutá) e entregar-me ao serviço dos pobres, vivendo entre eles". Logo iniciou sua vida como: Madre Teresa de Calcutá. Recebeu a permissão da Santa Sede para levar os moribundos das ruas para um lar onde eles pudessem morrer em paz e dignidade, também abriu um orfanato. Em 1950 fundou uma congregação religiosa, e as irmãs de caridade são mais de 4.000, espaplhadas por 95 países, e todas as nações permitiram seus trabalhos. Gradualmente, outras mulheres se uniram a ela de modo que, em 1950 recebeu a aprovação oficial do Papa Pio XII para fundar uma congregação de religiosas, as Missionárias da Caridade, que se dedicariam a servir aos mais pobres entre os pobres. O Papa João Paulo II confiou às religiosas de Madre Teresa a casa "Dom de Maria" aberta no Vaticano, ao lado do Palácio do Santo Ofício, para assistir aos mais pobres e aos moribundos da Itália. Em 1979 Madre Teresa recebeu o Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho. A Madre Teresa de Calcutá faleceu na Sexta-feira 5 de setembro de 1997 vítima de uma parada cardíaca. Milhares de pessoas de todo o mundo se congregaram formando várias filas na Igreja de Santo Tomás para despedir-se da Madre Teresa.