terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Espiritualidade focolar I

Espiritualidade da unidade
Assim como no decorrer dos séculos,especialmente em momentos de crise,de reviravoltas na história, ainda hoje,com os dons dos seus carismas,o Espírito faz com que desabrochemnovas correntes espirituais na Igreja,suscitando movimentos, comunidades, famílias religiosas,que são, por assim dizer,a encarnação de uma palavra de vidaque Jesus quer repetir para a humanidade,como remédio para os males do tempo.

Unidade, comunhão: as palavras para o terceiro milênio
Comunhão, comunidade, unidade. Palavras que Jesus repete hoje. Do Concílio Vaticano II emergiu a exigência de uma espiritualidade de comunhão, que em muitos momentos foi invocada pelo Papa João Paulo II e por Bento XVI. É justamente a unidade a característica da espiritualidade do Movimento dos Focolares.
Uma espiritualidade que brotou de uma experiência de redescoberta do Evangelho das origens. Chiara e suas primeiras companheiras descobrem no Testamento de Jesus, “que todos sejam um”, o porquê de suas vidas. É uma “página de luz” que se abre em um momento escuro da história: a Segunda Guerra Mundial. Como realizar a unidade em um mundo tão dilacerado pelo ódio e pela violência? É um questionamento que se torna oração. A resposta se encontra numa outra “página de misterioso sofrimento”, escrita por um Deus que, na cruz, chega a gritar o abandono de seu Pai, para reunir os homens ao Criador e entre si.
A medida do amor mútuo, que gera a unidade, encontra-se neste ápice de amor. Uma unidade que torna visível a presença do Ressuscitado no lugar onde cada pessoa vive: na família, nos bairros, nas fábricas, nos parlamentos. Quando o Ressuscitado está entre nós, como ele prometeu a dois ou três que se reúnem em seu nome, ou seja, no seu amor, de alguma maneira experimenta-se o divino, a sua paz, a sua luz, o seu amor, a unidade!
Chiara Lubich testemunha: “Foi justamente quando acreditávamos estar simplesmente vivendo o Evangelho que o Espírito Santo esculpiu com caracteres de fogo nas nossas almas aqueles que teriam seriam os pontos fundamentais da ‘Espiritualidade da Unidade’, uma espiritualidade nova, ao mesmo tempo pessoal e comunitária”.
in focolar.org

domingo, 7 de dezembro de 2008

Chiara Lubich

Faz hoje 65 anos que Chiara se entregou a Deus...
Surgia, sem o saber, o Movimento dos Focolares....
A espiritualidade da unidade e da comunhão contagiou rapidamente o mundo....E a Igreja, como viria a confirmar o concílio.
Existem mais de 2 milhões de simpatizantes, dos quais 141,280 são membros. 100,000 simpatizantes não têm convicções religiosas, 30,000 hebreus, muçulmaos, hinduistas e tauistas, 50,000de Igrejas e comunidades eclesiais não católicas.
À cabeça do movimento está hoje Maria Emmaus e será sempre uma mulher....
Está subdividido em 22 ramificações como por exemplo os gen, nas suas várias gerações e ainda os gen's (geração nova sacerdotal - para seminas e padres), familias novas, emtre muitas outras...
Mas o mais importante do movimento não são estes números mas sim a espiritualidade... Para recordação e homenagem, colocarei neste pobre blog alguns pontos do seu pensamento.

Tarde de domingo

Enquanto chovia copiosamente em Alvarenga um bom número de pessoas acorreu à Igreja Paroquial para a adoração ao santíssimo... Reflectimos sobre a adoração do santíssimo fazendo uma analogia entre as nossas visitas e a visita dos Magos... as prendas deles e as nossas... e, acima de tudo, o presente da presença....

Um caminho

Um pouco de ecumenismo ad intra:-)
O objectivo mais ambicioso - Opus Dei
Ekene Ogbechie é uma jovem farmacêutica inglesa, membro de um grupo musical, que está a fazer um mestrado MBA na Manchester Business School. Neste testemunho conta a sua experiência como supranumerária do Opus Dei.
Em 2001 uma amiga minha sugeriu-me que fizesse um retiro espiritual em Wickenden Manor. Fui e durante aqueles dias de oração questionei-me a fundo sobre o sentido da minha vida. “Estarei a desperdiçá-la?” Perguntava eu a Deus. Nem todas as pessoas que fazem um retiro se questionam sobre temas tão essenciais, mas fiquei impressionada com a mensagem de santidade que tinha escutado durante aqueles dias.
A partir daí comecei a assistir, com algumas amigas minhas, a diversos meios de formação cristã em Ashwell House, uma residência universitária de Londres dirigida por mulheres do Opus Dei.
Durante esse tempo cantava num grupo musical, tinha uma intensa vida social e desfrutava de muitas coisas; mas faltava-me algo; sentia na minha alma uma inquietação íntima e um forte desejo de Deus, difícil de explicar. Não é fácil passar para o papel o que se sente quando se está nessa situação. Dava-me conta, na minha cabeça e no meu coração, de que Deus me estava a pedir mais e que devia dar-Lhe mais!
Os meus amigos achavam-me mais alegre depois do meu encontro com o Opus Dei e diziam-mo. Porque eu continuava a ter a intensa vida social de sempre, mas ao mesmo tempo, cuidava a minha vida de fé e estava a descobrir uma nova perspectiva das coisas, que me dava mais alegria e mais esperança. O espírito do Opus Dei ajuda-me a encontrar o equilíbrio, a harmonia, entre o humano e o sobrenatural.
Comecei a descobrir numerosos aspectos da Igreja e da fé que desconhecia. Este é um ponto no qual os membros do Opus Dei têm uma especial responsabilidade, porque a nossa sociedade necessita de pessoas, de todos os ambientes, que saibam comunicar aos outros – sem os julgar, sem sentimentos de superioridade e aceitando-os tal como são – a necessidade de seguir Cristo no meio do mundo, realizando as actividades habituais de cada dia, proporcionando-lhes, se o desejarem, uma formação católica profunda.
Os jovens sonham com muitas coisas, têm grandes aspirações e desejam levar a cabo grandes projectos. Mas há um projecto que supera todos os outros em ambição e grandiosidade que é o projecto de ser verdadeiramente cristão. É o objectivo mais elevado e alto que qualquer pessoa se pode propor. Todas as noites, quando faço o meu exame de consciência, descubro quanto me falta percorrer! E, no entanto, luto! Porque confio na graça de Deus, que não me há-de faltar.
Fonte: http://www.opusdei.pt/art.php?p=22543
Reprodução autorizada pelo Gabinete de Imprensa do Opus Dei em Portugal

Boa!

Na Eucaristia de hoje,em Cabril, o Sr. Abade Silveira disse esta frase:
-"A confissão é como aquela substância... o tira-nódoas"!!!!
Ninguém diria melhor....

sábado, 6 de dezembro de 2008

Distraido...

A anedota do dia...
Um Senhor, o melhor condutor do mundo, segundo o ppróprio! pega na sua viatura e dirige-se para a auto-estrada. Muito Senhor de si, qual Shumacker, distrai-se e entra em sentido contrário.
É então que ao ligar o rádio ouve a notícia de que há um veículo que circula em contra-mão na auto-estrada que o senhor percorria... (até aqui td bem)
Eis a reacção do Senhor:
"- Um???? são mais de mil:-)"
(saiam da frente) :-)

Estágio... pastoral (paroquial)

Desde manhã até agora em tabalho pastoral...Diferente do habitual...
Mas é assim, este serviço tem muito de relação, ou mehor, este serviço é relação a "três dimensões". Connosco mesmos, com os nossos irmãos, com Deus...
Se estagiar é difícil e exige uma preparação constante, paroquiar sê-lo-à muito mais. O documento da congregação para o clero "O presbítero, pastor e guia da comunidade paroquial" dá-nos orientações neste sentido... A partir do número 27 fala dos desafios positivos do presente na pastoral paroquial... muito interessante!
Naturalmente o seminário será uma escola de párocos...

SAL TERRAE

O grupo de jovens de Alvarenga chama-se Sal Terrae…A sua intenção é naturalmente salgar este mundo sem sabor… Mas recentemente surgiu-me uma nova forma de interpretar… Hoje o sal ainda tempera a comida, mas é também usado numa acção muito importante que é desfazer o gelo. Hoje ser sal é tentar quebrar o gelo, os corações gelados, indiferentes… Se a indiferença for o 8º pecado grave, ser sal será a virtude correspondente… estes jovens, presente da Igreja, presença de Deus e presente para os homens, são espelhos cada vez mais límpidos deste rosto jovem de Deus.

SOS " :-(

Ainda mais perto... ali em Parada, esta noite assaltaram um estaleiro de materiais de construção para levar o empilhador... E já não bastava, têm a distinta lata de passar com ele em frente à casa do dono... Tiveram azar que o Senhor acordou...
Os ladrões foram intercepatados pouco tempo depois e levaram uns presentes de chumbo... a carrinha ficou sem vidros, que ainda se encontravam de tarde no cruzamento para o centro de Cabril. Mas apesar de tantos tiros os ladrões lá fugiram, mas deixaram o empilhador... Dizem que o mobile deste crime seria retirar a caixa multibanco que se encontra na junta de alvarenga...
Olhem que isto....

SOS :-(

E se vos disser que em Castro Daire existe um grupo de jovens que se martiriza para ver até que ponto suportam o sofrimento e apreciam o estado de dor? São capazes de cortar os punhos para verem o sangue a percorrer a banheira… matar sapos para, em grupo, beberem o seu sangue…
Ali diante… Meu Deus!!!! Que fazemos?