terça-feira, 19 de maio de 2009

Será que é mesmo assim???

Padre polaco escreve um guia prático teológico para casais casados..
noticia o sol aqui

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Assim vai o nosso Portugal

PS divide-se na votação da lei sobre educação sexual nas escolas e “género” passa a “sexo”
13.05.2009 - 16h23
O PS dividiu-se hoje na votação na especialidade do projecto-lei que estabelece a aplicação da educação sexual nas escolas, o que permitiu a aprovação de uma proposta de alteração do PCP sobre uma das finalidades do diploma. Na alínea h do artigo 2, o projecto-lei dos socialistas definia "a promoção da igualdade de género" como uma das finalidades da Educação Sexual, enquanto a proposta de alteração dos comunistas estabelecia "a promoção da igualdade entre os sexos".Na Comissão de Educação da Assembleia da República, e após mais de 45 minutos de discussão, foi então necessário votar individualmente este ponto, com os oito deputados socialistas a dividirem-se: Luiz Fagundes Duarte e João Bernardo votaram favoravelmente a proposta de alteração do PCP, enquanto Luísa Salgueiro, Bravo Nico, Manuel Mota, Paulo Barradas, Pedro Nuno Santos e Rosalina Martins votaram contra. No entanto, a alteração comunista acabou por passar com nove votos a favor e sete contra. "O sexo não é suficiente para definir se alguém é homem ou mulher, por isso adoptámos o conceito do género", afirmou Pedro Nuno Santos, enquanto o colega de bancada Luiz Fagundes Duarte defendia que se estava a falar de "educação sexual e não de género", pelo que "a proposta de alteração [do PCP] faz sentido". Sobre esta matéria, o PSD acusou os socialistas de terem "uma visão ideológica intolerante", enquanto Ana Drago, do Bloco de Esquerda, manifestou o seu apoio à redacção sugerida pelo PS. O democrata-cristão Diogo Feyo e o deputado não-inscrito José Paulo Carvalho apoiaram a proposta do PCP. Durante cerca de duas horas, os deputados não passaram do artigo 3º, pelo que o presidente da Comissão de Educação, António José Seguro, acabou por adiar o resto da votação para a reunião de dia 20, sublinhando que o diploma terá de ser aprovado na especialidade até ao final dessa semana. Naquele artigo, o número 1 do projecto dos socialistas estabelecia que "no ensino básico a educação sexual integra-se no âmbito da educação para a saúde, nas áreas curriculares não disciplinares", enquanto o número 2 definia que "no ensino secundário, a educação sexual integra-se no âmbito da educação sexual nas áreas curriculares disciplinares e não disciplinares. O PSD propunha relativamente a estes dois pontos o aditamento de "...nos termos a regulamentar pelo Governo", o que acabou por ser aprovado pela maioria socialista. Durante a reunião, o PS apresentou ainda uma proposta de alteração ao artigo 4º, no sentido de ser o "Governo a definir as orientações curriculares adequadas para os diferentes ciclos de ensino", tal como tinha proposto o Conselho Nacional de Educação. A projecto-lei dos socialistas definia naquele artigo os conteúdos curriculares do ensino básico, divididos por anos de escolaridade, bem como do ensino secundário, o que PCP, CDS-PP e PSD também querem ver eliminado. No entanto, o PSD admite que o Governo proponha aos estabelecimentos de ensino as orientações adequadas para cada ciclo de ensino, mas defende que sejam as escolas a definir os conteúdos curriculares a adoptar. O diploma do PS prevê a obrigatoriedade da integração da educação sexual nos projectos educativos das escolas bem como uma carga horária não inferior a 12 horas semanais e a distribuição gratuita de contraceptivos ao nível do secundário. Outra das propostas de alteração apresentada pelo PSD prende-se com a questão da obrigatoriedade de frequência. "Mediante requerimento fundamentado, apresentado pelo respectivo encarregado de educação, o Conselho Pedagógico poderá isentar o aluno da obrigatoriedade de frequência da educação sexual, com base no respeito por convicções individuais e familiares manifestamente divergentes com os conteúdos curriculares adoptados pela escola", defendem os sociais-democratas.

E olha que...

O risco de ser pároco
Na porta de uma igreja, algures no Chile, foi encontrada uma folha com este saboroso texto, respeitante à acção do pároco:
Se prega dez minutos - nunca mais acaba!
Se fala de contemplação - está voando.
Se aborda temas sociais - mete-se na política.
Se trabalha - não tem nada que fazer.
Se se preocupa com a paróquia - não se compromete com o mundo.
Se aparece com o cabelo comprido - é revolucionário.
Se o usa curto - é antiquado.
Se casa e baptiza toda a gente - malbarata os Sacramentos.
Se é exigente - afasta os crentes.
Se está na igreja - abandona os paroquianos.
Se faz visitas - abandona a paróquia.
Se promove convívios - na paróquia não faz nada.
Se se mete em obras na igreja - malbarata dinheiro.
Se não as faz - tem tudo abandonado.
Se lança um conselho paroquial - deixa-se manejar.
Se não tem conselho paroquial - é um individualista.S
e é jovem - não tem experiência.
Se é idoso - deveria reformar-se.
Se ... mas, quando se afasta ou morre - era realmente insubstituível.
in catholic.net

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Ainda alguém com bom-senso...


“Sou ateu (por convicção), assisti a duas missas (por favor) e nunca falei com um padre (por acaso). Por isso acho graça a certas pessoas que fazem questão de exibir desprezo pelas opiniões da Igreja e passam os dias a escrutinar as opiniões da Igreja, de modo a dedicar-lhes fúria ou galhofa. E desprezo, claro. Imagino que, à semelhança de uma temporada num spa, o exercício tenha efeitos retemperadores. Desde logo, permite aos iluminados pela descrença confrontarem o seu “progressismo” com a tradição religiosa e sentirem-se imensamente “modernos”, “racionais” e, vamos lá, superiores.
É por isso que essa gente aguenta calamidades sem se distrair do essencial: se Lisboa sofresse um terramoto de magnitude oito, os fundamentalistas ateus estariam no meio dos escombros, a criticar nos respectivos blogues as últimas declarações de um bispo qualquer sobre a homossexualidade. Não conheço católicos assim atentos à doutrina eclesiástica.
Ainda há dias, as notícias de que a economia nacional afocinhou para níveis quase inéditos foram, em alguns meios, ignoradas em favor de uma frase do cardeal patriarca acerca dos contraceptivos. Disse D. José Policarpo: “O preservativo é falível”.Num ápice, as caixas de comentários on line encheram- -se de comentários furiosos com a irresponsabilidade e o reaccionarismo do homem. Inchados com o seu íntimo esclarecimento, nenhum dos comentadores desmentiu um simples facto: o preservativo é falível.”
Dias Contados, no DN
Não percam o resto sobre o animado tema ”o preservativo e África”, e também as partes referentes à entrevista do nosso grande líder ou a essa encenação circense que foi a conferência da ONU contra o racismo.
Mais aqui

Blog de apoio ao PSD

o único nome possivel era mesmo este
papamyzena

visitem se assim entenderem

Vox populi???? nem sempre...

Padre apaixonado tem apoio da comunidade católica de Miami
A grande maioria dos católicos de Miami apoia o padre Alberto Cutié, que se apaixonou por uma mulher e declarou-se contra a proibição do casamento e das relações sexuais imposta aos sacerdotes pela Igreja, de acordo com uma pesquisa publicada nesta segunda-feira.
74% dos entrevistados são a favor do fim da proibição do matrimonio para os sacerdotes católicos,
81% afirmara que a imposição do celibato para o clero "é antiquado e inviável".
O padre Alberto, cubano-americano de 40 anos considerado um dos sacerdotes hispanicos mais populares dos Estados Unidos, admitiu estar "apaixonado" por uma mulher, depois de na semana passada, uma revista das celebridades publicar fotos de ambos a beijar-se.
"Estou apaixonado por ela e ela por mim (...) só lamento ter ferido os sentimentos de meus paroquianos", esclarecendo que só pede "perdão" aos que se sentiram ofendidos pelas suas acções. Acrescenta: "Não me arrependo de amar uma mulher". "Um sacerdote pode amar a Deus e amar uma mulher e ter família. Qual é o problema? Na Igreja deveríamos ser mais abertos".
O arcebispo de Miami, John Favalora, declarou que "o padre Cutié fez uma promessa de celibato e todos os sacerdotes devem cumprir esta promessa com a ajuda de Deus. As acções não devem ser aprovadas, apesar de seu bom trabalho como sacerdote".
Segundo o resultado da pesquisa, a ampla maioria dos católicos de Miami "considera que o celibato já não faz sentido no século XXI". A pesquisa indica ainda que a revelação da vida dupla do sacerdote não afectou sua popularidade. "O escândalo não teve um impacto sério na sua popularidade":
78% dos participantes afirmaram ter uma impressão "favorável" do padre Alberto,
Apenas 10% declararam ter uma visão "desfavorável" dele.
Em entrevista a um canal da rede CBS nesta segunda-feira, o padre Alberto confirmou que mantém uma relação romântica com a mulher há dois anos, e que neste momento está a pensar quais os próximos passos a dar: acabar com o relacionamento ou avançar para o casamento.Desde a publicação das fotos, o sacerdote foi "suspenso" temporariamente da paróquia que coordenava em Miami Beach.
Fonte: AFP

in http://www.padre-inquieto.blogspot.com/

Uma semana de i

Ao fim de uma semana de jornal "i" a grd revelação é...

no futuro tds os jornais serão agrafados:-)

O bandido de 13 anos e cara de anjo que aterrorizava a Amadora

Em muitas paredes degradadas do Bairro 6 de Maio lê-se o mesmo nome: Jizoni. É a alcunha de um rapaz de 13 anos nascido em França. Com menos de um ano foi com a mãe, cabo-verdiana, para a Damaia de Cima, no concelho da Amadora, às portas de Lisboa. Pequeno, de olhar vivo e palavra fácil, apresentou-se no Tribunal de Família e Menores de Lisboa com ar de menino inocente. "Mas não nos podemos esquecer que estamos perante um pequeno marginal", adverte o juiz do Tribunal de Família e Menores de Lisboa, que condenou Jizoni a três anos de internamento no centro educativo de reinserção social de menores do Mondego, perto da Guarda.Se fosse no Brasil, Jizoni seria o "terror da cercania". Conhecem-no bem de mais, os vizinhos da Damaia, que se dividem entre as críticas às autoridades e a compaixão pela mãe do rapaz, que trabalha de manhã à noite nas limpezas. Desde muito cedo começou a roubar - então ainda sem a violência que hoje enche as páginas dos processos que lhe dizem respeito. Assaltos à mão armada, carjaking e violência desproporcionada. De uns crimes é suspeito, de outros autor confesso. Desesperada, a mãe, Ana (nome fictício), de 41 anos, chegou a mandá-lo para junto da família, em Cabo Verde, em Junho de 2007. Mas não resultou. Só o aguentaram um ano: "Portava-se mal..." Uma maneira de dizer. O filho tinha apenas 11 anos - pouco mais que uma criança -, quando começou verdadeiramente a "carreira" de delinquente. Foi detido repetidamente por pequenos furtos, por um roubo de telemóvel e vários por esticão. Passava de bicicleta pelas mulheres e levava-lhes a carteira, sem olhar para trás. Entre os 11 e os 12 anos, Jizoni entra e sai de centros educativos em São Domingos de Benfica e Oeiras - é aí que conhece outros jovens delinquentes. Faz novos amigos. Começa a participar em festas de música africana e hip-hop nos bairros 6 de Maio e na Cova da Moura (perto de casa). Numa dessas noites é apresentado a um grupo de rapazes mais velhos, que se tornam seus companheiros e com quem começa a combinar assaltos. As companhias passam a ser a desculpa recorrente do jovem para acalmar os ânimos da mãe, constantemente chamada às esquadras e ao tribunal. "Quando lhe perguntava porque fazia aquilo, dizia que os amigos mais velhos o levavam e ameaçavam fazer-lhe mal se não participasse nos assaltos." Ana quase perdeu a esperança e quando lhe telefonavam a meio da noite da esquadra da Amadora para ir buscar o filho chegou a recusar fazê-lo. "O que eu queria é que ele ficasse internado num colégio", suspira. Mas, porque não tinha idade - só podem ser internados nesse regime jovens com mais de 12 anos - ou porque fugia dos centros, Jizoni ia sempre parar aos locais que conhecia bem: a Damaia, a Cova da Moura, o Bairro 6 de Maio. Foi aí, entre aglomerados de casas clandestinas ligadas por passagens estreitas, que combinou com quatro amigos o roubo ao restaurante Happy Grill do Cacém (Sintra) e a uma churrasqueira em Santa Maria da Azóia (Vila Franca de Xira) em Fevereiro deste ano. Logo de manhã roubaram um Volkswagen Golf na linha de Sintra, obrigando o condutor a sair do carro apontando-lhe uma arma à cabeça. Depois do carjaking o grupo manteve-se calmo, para não chamar as atenções. Já passava das 21h30 quando os jovens estacionaram à porta do restaurante, no Cacém. Um esperou na rua, com o carro a trabalhar, os outros entraram encapuzados e apontaram a caçadeira à cabeça da funcionária. Só que a empregada teve o azar de demorar a abrir a caixa e os rapazes não estiveram pelos ajustes: levaram-na. Do Cacém seguiram para Santa Iria da Azóia e às 22h00 assaltaram outro restaurante, levando, mais uma vez, a caixa registadora. Meia hora mais tarde, a PSP mandou-os parar em Barcarena, mas o condutor fez inversão de marcha, quase atropelou os dois agentes, e fugiu. Pouco depois chocaram com outro carro, o que pôs fim à perseguição. A empregada foi libertada, os cinco jovens, com 13, 17 e 20 anos, acabaram presos. Jizoni foi entregue à mãe e os companheiros ficaram em prisão preventiva.Quase todos os polícias conhecem Jizoni: os da PSP da Amadora, os agentes da Judiciária, os do SEF. E todos têm a mesma opinião: "É um miúdo simpático, que lembra as figuras dos quadros renascentistas com anjos, algo falador e até respeitador." Não percebem porque é que, sobretudo a partir do Verão de 2008, mergulhou numa onda de crime, imparável e cada vez mais violento. Todas as vezes que esteve nas esquadras da Amadora e de Lisboa e no Governo Civil, foi educado e quase sempre confessou os crimes, diz quem o interrogou. Talvez por saber que em poucas horas estaria na rua outra vez - já que é menor. Numa das situações mais graves, depois de o filho e dois amigos assaltarem a sua própria casa - "Fiz queixa, pois então", atira Ana -, a mãe recusou-se a ir buscá-lo e Jizoni teve de passar uma noite nos calabouços. No dia seguinte foi presente ao juiz, que determinou o seu internamento. Ana esteve no tribunal e só pediu que ele fosse para longe: "Onde pudesse estar arredado das más companhias". Resta-lhe a esperança de uma reabilitação muitas vezes adiada.

terça-feira, 12 de maio de 2009

"Quique"

A saída de Quique é um mau sinal....
porque demonstra que tudo está na mesma... sem projecto, sem futuro...
e Quique é um excelente treinador... por isso, deve ficar...
E se tiver de vir outro... que venha do Al alhi...
Jorge Jesus não seria uma má escolha...
Mas Scolari?????? naaaaoooooooooo!