No sábado um amigo citava-me alguém dizendo que em Portugal os erros não se corrigem, repetem-se, a propósito da candidatura ao mundial de 2018... A frase é gira, mas não me parece verdade neste caso. Muito pelo contrário! Se não tivermos de construir mais estádios o mundial vai servir mesmo para corrigir um possível erro que foi o europeu. Afinal, vamo-nos valorizar internacionalmente, vamos receber muitos adeptos... e não vamos ter de fazer mais nada que preencher papéis. Parece-me bem. Força!
Há um ano, Fancisco partiu para os Braços do Pai. Passou entre nós como
passam os ventos necessários: não ficam presos nas mãos, mas deixam o ar
mais limpo.
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Um ano depois da morte de Francisco, permanece qualquer coisa rara: a
memória de uma presença que não precisava de aparato para ser reconhecida.
Não foi...
Há 1 semana

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