terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Quem somos para julgar?

Um padre da diocese onde estudamos foi acusado por populares de ter desviado dinheiro e bens. Não conheço o padre nem a paróquia. Queria poder afirmar que acredito na plena inocência do sr. padre, mas não o posso fazer porque não é isso que penso. Espero que tudo se resolva e finalmente se demonstre que até podem ter havido problemas mas nunca com a intenção de enriquecer pessoalmente. A burocracia complexa pode levar-nos a facilitar ou pode-nos até apanhar na ignorância de determinados procedimentos. Esperemos que tenha sido isso que tenha acontecido. Não deve ser fácil passar por isto... mas o importante é apurar-se a verdade. O importante não são os julgamentos populares, porque nesse já está condenado. Não é sequer o mais importante o julgamento judicial... o importante é o julgamento do Senhor onde a "balança" tá viciada a nosso favor.

4 comentários:

Anónimo disse...

nimgem...nos nao somos nimgem para julgar...como é k nos podemos julgar alguem s por vezes agimos bem pior...a unica pessoa k poderia julgar era Deus pk ta assima de tudo e de todos...mas Deus nao julga...perdoa

André Pereira disse...

Toda a pessoa é inocente até prova de contrário. Mesmo em situação de julgamento perante um juíz!
Mais uma vez, uma história muita mal contada.. E pelas pessoas erradas...

Um abraço rapaz

Alberto Garcia disse...

Concordo plenamente que não somos ninguem para julgar, contudo, numa situação deste género, deve-se tomar uma posição neutra. É certo que se trata de um sacerdote e a comunidade eclesial tenta abafar um caso que é, verdadeiro ou falso, um escanda-lo. Caro Miudo, para se ver onde está a verdade deve-se tomar uma posição neutra, porque estando de um dos lados podemos não ver ou não querer ver essa dita verdade.

Abraço

Alberto Garcia disse...

desculpa a gralha na palavra "escanda-lo"... correcto é "escandalo"
desculpa